Informe nº 34
Semana de 22 a 26 de agosto de 2005

 

 

Fenafisp é recebida pelo Líder do Governo na Câmara

 


A Fenafisp através do presidente Renato Albano Júnior e do diretor para assuntos parlamentares José Américo Pimenta, foi recebida, nesta sexta-feira (26) pelo Líder do Governo na Câmara Federal, Deputado Arlindo Chinaglia (PT/SP). Na ocasião, o Líder do Governo declarou que tem recebido representantes de várias entidades de servidores públicos interessadas na Medida Provisória 258/2005.

Arlindo Chinaglia falou que vai promover, com urgência, ou seja, já na próxima semana, reunião entre as entidades da carreira fisco (Fenafisp, Anfip, Unafisco e Sindireceita) para debater o assunto e encontrar soluções na concepção da MP 258/2005.

Arlindo declarou que nenhuma medida de modificação será adotada sem que haja a prévia discussão com os segmentos de servidores envolvidos.

O presidente da Fenafisp, Renato Albano ressaltou que a Fenafisp defende todas as emendas de defesa da categoria e da Previdência Social apresentadas pela Entidade, na ordem de prioridade estabelecida pela categoria, mas que o foco central será a garantia de que os artigos da MP 258 que tratam da fusão do fisco sejam respeitados e que sejam convertidos em lei da forma que foram encaminhados pelo executivo, com aperfeiçoamento das atribuições do cargo.


 

Reunião telefônica entre Diretoria e Presidentes
 de Sindicatos da Fenafisp sobre a MP 258

 

Fazer análise de conjuntura, intensificar o trabalho parlamentar nos estados e em Brasília pela aprovação da Medida Provisória 258/2005 da forma deliberada pela categoria, foi a pauta da reunião telefônica acontecida nesta quina-feira (25), entre os integrantes da Diretoria da Fenafisp e presidentes dos Sindicatos filiados, ou seus representantes.

Análise de conjuntura – A Medida Provisória 258/2005 tem como relator o Auditor-Fiscal da Receita Federal aposentado, deputado Pedro Novais (PMDB/MA). De acordo com o Regimento Interno do Congresso, não há mais tempo para a tramitação normal da MP – Comissões e Plenário – uma vez que a mesma tranca a pauta a partir do dia 05 de setembro.

Diante do trancamento de pauta e da necessidade do Congresso aprovar ainda em setembro, o Projeto de Reforma Política, para que este possa vigorar nas eleições do próximo ano, o Relator deve apresentar seu Relatório no Plenário da Câmara.

Como o relatório deve ser apresentado diretamente no Plenário da Câmara, as emendas não contempladas pelo Relator só poderão ser apreciadas através de Destaques para Votação em Separado – DVS. Os DVS só podem ser solicitados por partidos ou bancadas, ou seja, um deputado federal não pode fazê-lo individualmente.

Trabalho parlamentar – Diante das considerações sobre a conjuntura e sobre as emendas à MP 258/2005, a Fenafisp sugere que os Sindicatos/Delegacias filiados adotem os seguintes procedimentos:

● Semana de 28/08 a 02/02 = Intensificação do trabalho parlamentar nos Estados, e envio à Brasília de uma média de 04 filiados por sindicato grande, 01 ou 02 por sindicato médio e 01 por pequeno, se os sindicatos pequenos avaliarem que devem mandar filiado já na próxima semana.

● Semana de 12 a 16 de setembro = Após a Semana da Pátria, existe a possibilidade de apreciação da MP 258/2005 pelo Plenário da Câmara Federal, por isso, o trabalho parlamentar em Brasília deve ser intensificado, e cada sindicato deve mandar o maior número de colegas que conseguir juntar e financiar.

Nova reunião telefônica – Se ocorrerem fatos novos que sinalizem para mudanças nas estratégias de mobilização, a Fenafisp fará nova reunião telefônica.

Todos à mobilização – A MP 258/2005, depois da tramitação na Câmara seguirá para o Senado para apreciação. A nossa vitória depende da nossa luta coletiva. Portanto, todos à luta e à mobilização nos Estados e em Brasília.

Com a mesma garra com que construímos, no decorrer de mais de 80 anos, a história de defesa dos recursos da Previdência Social, da qualificação e da eficácia da fiscalização e da auditoria-fiscal da Previdência Social, haveremos de construir a luta com tenacidade pela  aprovação da MP 258/2005 nas duas Casas do Congresso, da forma deliberada pela categoria. Todos à luta até à vitória final!

 

Audiência Pública sobre MP 258/2005

                       

            No último dia 23 (terça-feira) aconteceu na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara Federal, Audiência Pública sobre a Medida Provisória 258/2005 que cria a Receita Federal do Brasil.

            O Presidente da Fenafisp, Renato Albano Júnior participou da Audiência, juntamente com mais 10 entidades representativas de servidores. Em sua fala, Renato defendeu a aprovação da MP 258, com a aprovação das emendas apresentadas pela Fenafisp,  conforme deliberação da categoria na Plenária Nacional dos AFPS realizada nos dias 05 e 06 de agosto de 2005. Renato disse também que ao unificar o cadastro dos contribuintes a MP deverá diminuir os gastos e aumentar a eficiência da máquina federal, ajudando assim a reduzir a carga tributária do País. A omissão quanto à distribuição dos recursos da Seguridade Social foi a falha na Medida apontada pelo Presidente. Para exemplificar essa situação, ele citou que esta é uma prática histórica de sucessivos governos, exemplificando com o caso da arrecadação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) é destinada à saúde.

            A audiência contou com a presença de alguns Deputados, que expuseram suas opiniões sobre a MP. Uma presença que vale a pena ser destacada foi do Dep. Pedro Novais (PMDB/MA) que foi designado como Relator da Medida. Novais tem o desafio de estudar 522 emendas à MP 258/05 apresentadas pelas entidades para, até dia 05 de setembro apresentar seu relatório.

            Deputado Tarcísio Zimmerman (PT/RS) – destacou que o debate com os servidores, que foi deixado de lado pelo Executivo, está sendo realizado na Câmara, por meio da Comissão de Trabalho. Com a mobilização, as entidades puderam mostrar suas posições e com isso abrir o diálogo com o governo. Zimmerman também sugeriu um roteiro para a unidade, com três pilares básicos de consenso: a garantia de que os recursos da previdência sejam destinados exclusivamente ao pagamento de benefícios, definir claramente os servidores e as carreiras que irão integrar o novo órgão, e as atribuições dos servidores e a determinação de um prazo para a solução do problema das carreiras.

            Deputado Marco Maia (PT/RS) – ressaltou que as entidades devem encaminhar, por escrito, os pontos que desejam que sejam alterados para que assim possam ser encontrados caminhos para a aprovação da MP 258.

            Deputado Isaías Silvestre (PSB/MG) – disse que a orientação de seu partido é pela retirada da MP, e que ele irá lutar para a reversão da mesma em Projeto de Lei (PL).

            Deputado Babá (PSOL/PA) – falou que o governo não cumpriu nada do que havia prometido às entidades, que o melhor caminho para estas agora, é lutar para que a MP seja revertida em PL. Ele disse ainda que é impossível a apreciação das 522 emendas até dia 05/09, por isso o PSOL é a favor da substituição da MP por um PL. Destacou, também, que a Medida visa somente o superávit primário.

            Deputado Jovair Arantes (PTB/GO) – alertou as entidade quanto ao objetivo implícito da MP de jogar uma categoria contra a outra e, se isso acontecer com as entidade trabalhando separadamente, será mais difícil que consigam alguma vitória. A orientação do PTB, segundo o Deputado é a substituição da MP por um PL, pois não há urgência alguma que justifique o uso de MP para o assunto.

            Deputado Alceu Colares (PDT/RS) – foi enfático ao defender a retirada da Medida pura e simplesmente, “porque a MP não presta”.

            Deputado Paulo Rubem (PT/PE) – enfatizou a importância do trabalho em nível nacional com a perspectiva de mostrar ao relator o que é desejado pela categoria. Paulo também lembrou que é a favor da retirada da MP.

            Deputado Wasny de Roure (PT/DF) – colocou a questão de como deveria ser o procedimento para a retirada nesse momento a MP. Ele falou também que não se pode deixar de lado os efeitos colaterais que a Medida pode causar.

             O Relator – Por fim o Deputado Pedro Novais (PMDB/MA) falou que os líderes dos partidos de base ainda podem pedir a retirada da MP, principalmente por meio do argumento da necessidade de votação. O Deputado disse ainda que, apesar de ter restrições constitucionais e em relação à Lei de Responsabilidade Fiscal, fará tudo o que possível para atender às entidades.

 

Pronunciamento do Presidente da Fenafisp

           

O Presidente da Fenafisp, Renato Albano Junior, ao participar da Audiência Pública sobre a MP 258/2005, juntamente com dez entidades representativas de servidores envolvidos com a criação da Receita Federal do Brasil, defendeu a aprovação da MP com a aprovação das emendas apresentadas pela Fenafisp,  conforme deliberação da categoria na Plenária Nacional dos AFPS realizada nos dias 05 e 06 de agosto de 2005. A seguir, a íntegra do pronunciamento de Renato.

Senhores parlamentares, os Auditores-Fiscais da Previdência Social, reunidos em Plenária Nacional nos dias 05 e 06 de agosto, convocada pela Fenafisp, deliberaram por unanimidade pela aprovação da MP 258/05, que trata da criação da Receita Federal do Brasil, com as emendas apresentadas pela nossa Entidade, por entender que a referida Medida apresenta os seguintes aspectos positivos:

· racionaliza a estrutura da administração tributária federal e poderá permitir um melhor combate à sonegação e à evasão fiscal: no Brasil, a sonegação tributária é um fator de concorrência preponderante no mercado produtivo, concorrência absolutamente desleal, onde os verdadeiros contribuintes competem em condições desiguais com contribuintes sonegadores, causando distorções que impedem, indiretamente, o desenvolvimento econômico e a cidadania tributária em nosso país;

· outro aspecto a ser considerado é que promove a integração de cadastros dos contribuintes e a unificação das informações: isso representa economia de tempo e aumento de produtividade das ações fiscais além de facilitar a vida do contribuinte;

· um terceiro aspecto positivo a ser considerado na medida provisória é que ela aponta para a redução dos custos da administração e o uso mais eficiente dos recursos públicos: a combinação do ganho de eficiência na arrecadação com a racionalização e redução do gasto federal pode levar à redução do peso da tributação, permitindo maior “fôlego” para o crescimento econômico;

· outro aspecto importante a ser observado é  a redução de custos para os contribuintes, no sentido da simplificação e racionalização das obrigações principais e acessórias, economia de tempo, desburocratização.

Estes, senhores parlamentares, são alguns dos argumentos que apresentamos pela aprovação da criação da Receita Federal do Brasil, acreditando que a existência de um aparato estatal moderno, prestigiado e eficaz faz da administração tributária um dos instrumentos centrais de um projeto de desenvolvimento nacional e de construção de uma sociedade mais justa no Brasil.

Há que se ressaltar, contudo, que, na questão da garantia da destinação dos recursos da Seguridade Social, a MP 258 não apresenta retrocesso quanto aos recursos da Previdência Social, embora a garantia dada no §2º do art. 3º já esteja estabelecida como garantia constitucional, prevista no art. 167, XI da Constituição Federal.

As lacunas da MP – Merece ser destacado que uma das lacunas graves apresentadas na Medida Provisória 258 é que esta não avança, por não trazer em nenhum dos seus artigos, o estabelecimento de parâmetros para a transferência dos recursos oriundos da COFINS, da CSLL e da CPMF para as ações da Saúde, da Previdência e da Assistência Social, o que levaria ao real fortalecimento da Seguridade Social, portanto da cidadania de milhões de brasileiros.

Nunca é demais lembrar que foi um simples projeto, transformado em Lei, a 8212 de 24 de julho de 1991, que desrespeitou um importante preceito constitucional, sobre Seguridade Social, onde com um simples artigo transferiu da Previdência Social para a Receita Federal a competência para arrecadar, fiscalizar e administrar as citadas contribuições sociais.

A situação foi agravada com a desvinculação das receitas dessas contribuições, permitida pela DRU, prorrogada até 2007 pela EC 42/03, e essa desvinculação vem desde o fundo de estabilização fiscal de 1993, o que realmente representa o nó górdio da questão.

É fato notório que o Tesouro Nacional não tem efetuado os repasses à Seguridade Social referentes a essas contribuições: por exemplo, segundo o SIAFI, no ano de 2001  apenas 49,66% das receitas do COFINS, CSLL e CPMF foram transferidas para a seguridade social; 27,2% foram retidas pelo Tesouro Nacional;  23,14% foram transferidas para outros órgãos não pertencentes ao sistema de Seguridade Social, contrariando o artigo 195 da Constituição Federal.

Defesa da Previdência Social – Portanto, senhores parlamentares e representantes de entidades, essa questão não se encerra apenas no teor da MP 258/2005. Medidas legais necessitam ser adotadas com urgência pelo Congresso para garantir que a seguridade social não seja apenas uma letra morta na Constituição Federal. Para encerrar, queremos deixar claro que o apoio da Fenafisp à aprovação da MP 258 não significa, em nenhum momento e em hipótese alguma, abdicar da sua histórica luta na defesa incondicional da Previdência Social Pública, que garante a cidadania aos brasileiros de todos os rincões dessa nação. Leia aqui a Carta dos AFPS sobre a MP 258, divulgada na Plenária Nacional dos dias 05 e 06 de agosto de 2005.   

 

As emendas da Fenafisp à MP 258

 

            A Federação Nacional dos Auditores-Fiscais da Previdência Social apresentou emendas à MP 258/2005, que cria a Recita Federal do Brasil. A Plenária Nacional, realizada nos dias 05 e 06 de agosto de 2005 estabeleceu prioridades de defesa pela aprovação, classificando-as em A (Categoria e Previdência Social Pública), B e C.

            Para a defesa da categoria, foram aprovadas 10 emendas com prioridade “A”, sendo 7 delas aditivas e 3 supressivas. Das emendas aditivas, uma busca o acréscimo à alínea “g” ao inciso I do Artigo 10 da MP, para garantir que seja atividade privativa da categoria “executar procedimentos de fiscalização das atividades e operações das entidades fechadas de previdência complementar, bem como das entidades e fundos dos regimes próprios de Previdência Social”. Outra pede o acréscimo a alínea ao artigo 10 para garantir a lavratura de Auto de Infração, pelo descumprimento de obrigações legais constantes da legislação da Seguridade Social e no Plano de Benefícios da Previdência Social.

            Já para a defesa da Previdência Social, foram encaminhadas 7 novas emendas, também com altíssima prioridade (“prioridade A”), sendo 3 delas aditivas e 4 modificativas. O objetivo de algumas dessas emendas “visa preservar os recursos destinados ao financiamento dos benefícios pagos pelo INSS como autarquia responsável pela gestão da Previdência Social Pública do Brasil. Garantir que a identificação dos imóveis e sua avaliação não se façam de modo unilateral sem a participação dos formadores do patrimônio do INSS, que são os trabalhadores, os empresários e os aposentados”.

            Como emendas de “prioridade B”, foram encaminhadas 7 aditivas, 1 modificativa e 2 supressiva. Estas emendas tratam das carreiras, do desfalque de mão-de-obra, da garantia de eficiência e eficácia da Administração Tributária Federal, dentre outras.

            Para ver todas a emendas, clique aqui.

 

Trabalho Parlamentar pela aprovação da MP 258/2005

               

Auditores-fiscais filiados aos sindicatos do Rio de Janeiro e de São Paulo desenvolveram, durante esta semana, relevante trabalho parlamentar pela aprovação da MP 258/2005.

Na quinta-feira à noite (25), após árduo ir e vir, na Câmara dos Deputados, os colegas elaboraram um circunstanciado Relatório das atividades realizadas na semana, contendo a posição dos deputados contatados. Para ler o inteiro teor do relatório acesse a área restrita da página da Fenafisp, a partir de quarta-feira.

Para acessar a área restrita, seja filiado ou não, o AFPS (agora AFRFB) só precisa digitar a matrícula SIAPE e o último sobrenome em letra maiúscula. Se não conseguir acessar, comunique à Fenafisp pelo e-mail fenafisp@fenafisp.org.br, enviando seus dados cadastrais completos.

A partir de quarta-feira (29) o assunto MP 258/2005 e seus reflexos estará na área restrita para que a categoria possa opinar e ajudar a Fenafisp a ser cada vez mais representativa dos filiados que representa.      

 

ANU aprova Fundo de Mobilização pela
 aprovação da MP 258/2005

 

A Plenária Nacional dos AFPS, realizada nos dias 05 e 06 de agosto de 2005, deliberou pela aprovação de um Fundo de Mobilização pela MP 258/2005, com o indicativo para que Sindicatos/Delegacias estaduais votassem uma contribuição extra dos filiados, em 4 parcelas mensais de R$ 30,00, a partir de agosto/2005, com rateio de 40% para a Fenafisp e 60% para o Sindicato/Delegacia estadual.

Diante da deliberação da Plenária Nacional, a Fenafisp convocou mais uma reunião da Assembléia Nacional Unificada – ANU permanente pela MP 258/2005 para votação do indicativo proposto pela Plenária Nacional ou outras formas de financiamento da mobilização.

Até o encerramento desta edição, Alagoas, Rio grande do Sul, mato Grosso do Sul, Amazona e Piauí ainda não haviam enviado os resultados.

Os resultados parciais que se seguem demonstram as formas de financiamento da mobilização pela MP 258/2005, deliberadas pela categoria.

 

Proposta 01 – 4 Parcelas de R$ 30,000 a partir de agosto/2005, com rateio de 40% para Fenafisp e 60% para Sindicato/Delegacia.

Sindicato/Delegacia

A favor

Contra

Abstenção

Bahia

86,36%

00

13,64%

Ceará

94,12%

5,88%

00

Distrito Federal

100%

00

00

Goiás

89,06%

10,94%

00

Minas Gerais

80,17%

16,38%

3,45%

Pernambuco

100%

00

00

Rio de Janeiro

87,10%

00

12,90%

Rio Grande do Norte

100%

00

00

Santa Catarina

100%

00

00

Proposta 02 – Outras formas de financiamento da mobilização

Maranhão

96,30%

00

3,70%

Paraná

100%

00

00

São Paulo

94,83%

5,17%

00

 

O Maranhão aprovou reajuste de mensalidade de R$ 40,00 para R$ 52,00, sendo que os R$ 12,00 de reajuste da consignação das competências 09/2005 a 12/2005 serão repassados à Fenafisp para compor o Fundo de Mobilização pela MP 258/2005.

O Paraná autorizou o repasse de R$12,00 por filiado, por mês, até quatro meses, se necessário, dispondo dos seus recursos próprios.

São Paulo aprovou aumento das contribuições mensais para R$ 75,00-AFPS ativo e R$ 60,00-AFPS aposentado. O repasse à Fenafisp para compor o Fundo de Mobilização pela MP 258/2005 (40% de R$ 30,00) está incluído na proposta aprovada.

Os resultados, ainda que parciais, já confirmam que todos os Sindicatos e Delegacias repassarão à Fenafisp 04 parcelas de R$ 12,00 por filiado para mobilização pela aprovação da MP 258/2005, ou seja, entre os auditores-fiscais que compareceram à ANU, uma média de 93,99% aprovam a contribuição extra pela intensificação da mobilização pela aprovação da MP 258/2005.